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Direcção da Associação dos Escanções de Portugal sai em bloco

15 fevereiro, 2017 12:46 | Revista de Vinhos

Face ao que, em comunicado, classifica como “constante boicote às actividades desenvolvidas”, a direcção da Associação dos Escanções de Portugal (AEP), liderada por Rodolfo Tristão, demitiu-se em bloco, restando em funções apenas um dos seus elementos. A situação, explica o presidente demissionário, “tem vindo a agravar-se ao longo do tempo e agora tornou impraticável a permanência e a continuidade de uma direcção que tudo fez para a dinamização e engrandecimento da profissão”.


“A Direcção da AEP demitiu-se devido às permanentes forças de bloqueio existentes na mesma. Desde o início, sentimo-nos impedidos de evoluir e inovar numa associação que teima em se manter obsoleta. Falta organização e visão empresarial, que não conseguimos implementar na totalidade devido a esses mesmos bloqueios”, explica Rodolfo Tristão, também em comunicado.


Depois de recordar os passos positivos dados durante o seu mandato em prol da classe, o documento do presidente demissionário acentua o peso das divisões internas na classe como causa desta demissão: “O ego de alguns associados foi mais forte. São pessoas que nada trazem de bom à AEP, que boicotaram trabalhos importantes e conseguiram que muitos desses trabalhos fossem condenados ao insucesso. Foi essa a razão que nos deixou num ponto de intolerância sem retorno.”


Este, tudo o indica, não terá sido o último episódio nesta história de fractura na classe. A terminar o seu comunicado, Rodolfo Tristão garante que ele e a sua equipa continuarão “a defender a profissão de escanção”, mas continuarão “este caminho de outra forma”. “Teremos muitas novidades para breve”, prometem.

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Revista de Vinhos
Revista de Vinhos . (há 82 dias 6 horas e 27 minutos)
Caro Fernando Jorge Seixas Miguel, A atual direção editorial da Revista de Vinhos está agora a tomar conhecimento da sua observação. Permita-nos, portanto, expor o seguinte: - A atual direção editorial da Revista de Vinhos não pode assumir responsabilidade por qualquer ato ou prática jornalística que V/ Exa. ou qualquer outra pessoa e/ou entidade conteste e que esteja relacionada com a anterior direção; - A atual direção editorial da Revista de Vinhos confessa desconhecer os detalhes da questão que coloca. Por isso, por muito boa vontade que possua, não conseguirá responder de forma concreta às suas observações. Face ao exposto, gostaríamos de sublinhar que a atual direção da Revista de Vinhos terá todo o prazer em divulgar notícias acerca de novidades que possam ter interesse jornalístico relacionado com a atividade da AEP, tanto mais que acredita que a valorização da atividade de escanção/sommelier é fundamental para o universo do vinho. REVISTA DE VINHOS | A ESSÊNCIA DO VINHO
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Fernnado Jorge Seixas Miguel
Fernnado Jorge Seixas Miguel . (há 144 dias 23 horas e 22 minutos)
A Revista de Vinhos foi, ou não, destinatária de uma informação do presidente da Mesa da Assembleia Geral, da AEP, que versa sobre este assunto? Ainda que a revista não tenha sido informada, pela AEP, conhece, ou não, a revista, tal informação? Foi, ou não, a revista, informada, pela AEP, da tomada de posse de novos corpos gerentes da Associação? Ainda que não tenha sido informada, pela AEP, sobre esta tomada de posse, conhece-a, ou não, a Revista de Vinhos?
Responder
Fernnado Jorge Seixas Miguel
Fernnado Jorge Seixas Miguel . (há 105 dias 3 horas e 54 minutos)
"(Há 39 dias 19 horas e 13 minutos)", segundo a R.V., teria sido publicado o comentário acima. Não é verdade. Este foi publicado em 13 de Março, e só depois de eu ter protestado, mais do que uma vez, em correspondência dirigida à revista, a/c. do seu director. Quanto à notícia sobre a demissão da A.E.P, esta foi publicada em 5 de Março, com posição de destaque. Já a notícia sobre a "direcção interina" da associação referida, enviada para a revista, em 27 de Fevereiro, só foi publicada, sem destaque equivalente à notícia sobre a demissão, em 6 de Março, e, também, depois de eu ter protestado pela ausência. Temos, portanto, que a R.V., não publicou o comentário, voluntariamente, sobre a "direcção interina", dando desigual tratamento em relação à notícia sobre a demissão versus outra sobre a "direcção interina, num acto de má prática jornalística.
2 Comentário(s)
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