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Poesia, no Pedro Lemos

29 agosto, 2013 11:12 | Mariana Lopes

Um menu de degustação deve ser como um bom poema, em que os versos têm o tamanho ideal para a cadência do ritmo, falando da quantidade servida; as palavras bem conjugadas, como cada ingrediente; e as rimas não são forçadas mas sim oportunas, como a relação entre cada prato e cada vinho. E é assim que Pedro Lemos serve. Desde o lavagante azul banhado com molho de pézinhos de porco ao cordeiro de leite com puré de ervilhas acompanhado pelas respectivas vagens, não esquecendo apontamentos de rosas e pérolas de Touriga Nacional nas sobremesas. Deixar o somellier escolher os néctares é garantir uma selecção primorosa. Definitivamente, um poema a reler.

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