Comer
Pudim do Abade, por Miguel Oliveira
Inspirado na receita tradicional do Pudim Abade de Priscos, o Pudim do Abade, marca registada e uma criação do Chef Miguel Oliveira, chega a Lisboa.
Inspirado na receita tradicional do Pudim Abade de Priscos, o Pudim do Abade, marca registada e uma criação do Chef Miguel Oliveira, chega a Lisboa.
Está-lhe na alma e na memória. Viu o avô e o pai assarem-no em casa, enquanto o pingue caía na cabidela, um dos seus pratos favoritos. Mas a sua criação é uma nova interpretação do leitão tradicional.
Neste Natal, a Revista de Vinhos recupera para si algumas receitas tradicionais, que pode replicar em casa facilmente. Depois do célebre Bacalhau com todos, chegou a vez de uma proposta mais doce: as também obrigatórias rabanadas.
Apesar de os portugueses confecionarem e comerem muito bacalhau, não o sabem fazer a preceito, na maioria dos casos. Nomeadamente, o célebre “bacalhau com todos”, um prato soberbo mas muito dependente de perfeitos pontos de cozedura. Para isso, há que começar pelo princípio. É fundamental que a matéria-prima seja de grande qualidade. Esse é um dosbusílis da questão.
Luis Barradas, setubalense que se prepara para abrir restaurante na cidade natal, preparou para a Revista de Vinhos um conjunto de ostras ao natural, somente com apontamentos que conferiram maior complexidade e textura. Fácil de replicar em casa, com garantia de frescura e sabor intenso.
Estamos na época delas. E é sobre o mar que as confecionamos, em duas receitas completamente distintas. Por um lado, uma versão da célebre sardinha assada; por outro, o resgate de uma confeção de pescadores, o arroz de sardinha. A autoria é do restaurante Salitre, um dos melhores espaços tradicionais para confeções de peixe do Norte do país, igualmente com recomendação elevada para quem aprecia um bom vinho.
Tiago Bonito é o novo chefe do remodelado restaurante do Tivoli, na Avenida da Liberdade, Lisboa.
Um dos mais brilhantes cozinheiros portugueses dos últimos anos está de regresso...
João Pupo Lameiras, um dos mais jovens e prometedores cozinheiros da cidade do Porto, tem um novo espaço na Baixa portuense, o RO, de cozinha japonesa.
Desfaz-se na boca de forma etérea e a textura aveludada configura-lhe o carácter.