PAINEL DE PROVADORES 

Alexandre Lalas
António José Lopes
Célia Lourenço
Guilherme Corrêa
Igor Beron
José João Santos
Luís Costa
Manuel Moreira
Marc Barros
Nuno Guedes Vaz Pires
Rodolfo Tristão
Sarah Ahmed

PAINEL DE PROVAS

O painel da Revista de Vinhos - A Essência do Vinho prova e classifica os vinhos que são publicados mensalmente na revista. O coordenador é Nuno Guedes Vaz Pires, diretor da publicação, a quem compete exercer o voto de qualidade na tomada de decisões.


PROVA DE VINHOS

As provas são efetuadas no respeito pelas condições necessárias para o efeito, nomeadamente no que se refere à temperatura da sala, humidade, iluminação e ausência de cheiros.

O painel da Revista de Vinhos - A Essência do Vinho adota a ficha de provas e respetivos parâmetros de avaliação “Wine & Spirits Education Trust”, instituição educacional britânica vocacionada para o setor do vinho, das mais conceituadas de todo o mundo.

 

Provas Regulares

O painel prova todos os meses dezenas de amostras de vinhos, com incidência nas novidades lançadas no mercado, procedendo individualmente à respetiva avaliação. A nota de prova correspondente a cada vinho, embora reflita a opinião da revista, é identificada através das iniciais do respetivo provador.

Provas Temáticas

Nestas provas, todos os membros do painel provam os mesmos vinhos de acordo com um tema pré-definido. A nota de prova de cada vinho resulta de uma média aritmética das classificações atribuídas.


COPOS

Copo para tintos
Riedel Wine Cabernet / Merlot
Copo para brancos
Riedel Wine Riesling
Copo para licorosos e colheitas tardias
Riedel Vinum Port
Copo Vinho do Porto
Copo oficial IVDP Siza Vieira
Copo para espumantes
Riedel Vinum Cuvée Prestige


TEMPERATURAS

Brancos / Rosés: 11ºC
Tintos: 16ºC
Espumantes: 8ºC
Fortificados (ex. Porto Tawny, Madeira e Moscatel): 14ºC (Tawny)
Fortificados (ex. Porto Ruby e Porto Vintage): 16ºC
Colheitas tardias: 6ºC


PROVA CEGA

As provas são sempre conduzidas sob a forma de “prova cega”, sendo organizadas por temas, castas, denominação de origem, preço, novidades, tipos, etc. Daqui decorre que todas as garrafas são previamente encapuzadas, sendo-lhes atribuídas um código para posterior identificação.

Aos provadores é apenas revelado o tipo de vinho, a casta utilizada (somente no caso dos vinhos varietais), região de proveniência e ano de colheita.

O preço não é tido em consideração.


PONTUAÇÕES

Todos os vinhos que obtiverem uma pontuação igual ou inferior a 13 valores serão submetidos a nova prova (de pelo menos um membro do painel). Caso a pontuação resultante desta segunda prova seja inferior a 13 valores, tal facto é comunicado ao produtor e a nota respetiva não é publicada na revista.

As notas e pontuações atribuídas são registadas imediatamente na base de dados da Revista de Vinhos - A Essência do Vinho, antes de serem reveladas
aos membros do painel os vinhos em análise. Após a identificação dos vinhos são permitidos comentários adicionais a uma nota de prova, por exemplo sobre a relação qualidade/preço, mas nunca alterando a pontuação previamente atribuída.

De todos os vinhos provados e selecionados para publicação, o coordenador do painel escolhe mensalmente um conjunto de vinhos de acordo com os seguintes parâmetros:

 

Altamente Recomendados
Vinhos mais surpreendentes.

Boas Compras
Vinhos de melhor relação qualidade/preço.

Os preços indicados nas notas de prova (PVP) serão os preços de venda recomendados pelo produtor.

 

CLASSIFICAÇÃO

Na classificação dos vinhos submetidos ao painel de provas, a Revista de Vinhos - A Essência do Vinho optou pela escala de 0 a 20 valores, por ser aquela com que os portugueses estão tradicionalmente mais identificados.


19 a 20: Excelente
17 a 18,5: Superior
15 a 16,5: Bom
13 a 14,5: Médio
0 a 12,5: Não classificado

 

AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE VINHOS EM RESTAURANTES E AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE BARES

A Revista de Vinhos - A Essência do Vinho efetua mensalmente a avaliação do serviço de vinhos em restaurantes, sem aviso prévio e sob anonimato, incidindo na qualidade da carta de vinhos (nome completo do vinho, ano de colheita, tipo de vinho, regiões de origem e diversidade da oferta), no serviço prestado (designadamente no que se refere aos copos disponibilizados ao cliente, às temperaturas dos vinhos e ao aconselhamento de vinhos para cada prato) e na existência de vinho a copo.

A classificação obedece a uma escala de 0 a 5 e não incide na componente gastronómica, pretendendo afirmar-se como uma crítica construtiva, estimulando um cada vez melhor serviço de vinhos nos restaurantes. 

A classificação final resulta de uma média ponderada dos seguintes fatores: carta de vinhos (20%); copos (25%); temperatura (25%); qualidade do serviço (10%); aconselhamento (10%); existência de vinho a copo (10%). 

Nos bares, a avaliação incide sobretudo na qualidade da oferta e do serviço, tendo a classificação parâmetros semelhantes à dos restaurantes.