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Infinitude Vinhos

Quando falamos em Colares existem duas castas que nos saltam à memória, Malvasia e Ramisco. Mas, neste caso, não é assim! Este projeto familiar, onde as vinhas se encontram à volta da casa onde reside a família Jardim Gonçalves, perfazendo 1 ha., chama-se Infinitude Vinhos, sendo que Rodrigo Jardim é a cara do projeto.

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Quinta San Michel

Visitar a zona da Serra de Sintra tem sempre algo de misterioso e encantador. A neblina que vem do mar e da serra encena as condições ótimas para o clima habitual da região. Sempre com um cenário de fundo chamado Palácio da Pena.

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Quinta da Boa Esperança: Vinhos com consciência ambiental

Na Quinta da Boa Esperança, a experimentação e produção de vinhos em pequenos volumes são opção, mesmo que signifique esticar o número de referências do portefólio. Afinal, a variedade encontrada pelas diversas encostas, exposições, nuance dos solos e castas a isso obriga. 

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Do Minho, com amor

Nasceu nos laboratórios da Universidade do Minho, em Braga, e rapidamente saltou para o mercado. É uma das marcas de cerveja artesanal mais conhecidas no país e tem todo um desenho de negócio bem definido. A Revista de Vinhos visitou a fábrica em Vila Verde e veio de lá impregnada do orgulho minhoto.

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Brancos do Atlântico: Vinhos com sopro de mar

Há um Portugal vitivinícola muito próprio: o Atlântico. A costa portuguesa, com 1860 quilómetros de extensão - incluindo os arquipélagos dos Açores e Madeira - forma, apesar da diversidade regional, um terroir com características específicas, apto para a produção de vinhos brancos. Fomos descobri-los em mais uma prova temática especial.

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Quinta do Ameal: 20 anos depois, novos desafios

O Esporão está, pouco a pouco, a interiorizar os últimos 20 anos da Quinta do Ameal, em Ponte de Lima. Marca de pergaminhos no país e em mercados externos como o Brasil ou a Bélgica, o futuro antevê novas expressões da casta Loureiro, reforço do enoturismo, um aumento da presença na restauração e a garantia de respeito pelo legado de Pedro Araújo.

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Vercoope: Um bom exemplo nos Vinhos Verdes

Com a economia e a vida das pessoas a retomarem a normalidade possível, é estimulante visitar as instalações da Vercoope, em Agrela, Santo Tirso, que representa sete cooperativas vitivinícolas dos Vinhos Verdes – Amarante, Braga, Guimarães, Famalicão, Felgueiras, Paredes e Vale de Cambra.

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Talha, onde tudo começou

Os qvevris, ou talhas de terracota, surgiram na Geórgia no VI milénio a.C.. No monte Khrami foi encontrado um qvevri datado deste período, orgulhosamente decorado com cachos de uva em relevo. Muitos modelos deste período foram encontrados do leste ao oeste da Geórgia, variantes na cor, na manufatura e na decoração, ainda que mais largos na base, mais gordos na cintura e relativamente mais baixos, com até 1,5 m. de altura. A partir da Idade do Cobre, no III milénio a.C., os qvevris passaram a ostentar a base mais pontiaguda, sugerindo que passaram a ser enterrados desde então.

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Birrenta mas silenciosa

Se a procura é por uma cerveja artesanal pura e dura, então a Birrenta não é a escolha. O rótulo diz ao que vem: “Cerveja Tradicional”, inscrito logo acima do nome.

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Vinho Madeira - Uma questão de nervo

Nem sempre o valorizamos convenientemente, muitas vezes por desconhecimento ou até receio de nos perdermos por entre as diferentes famílias, tipologias e estilos. Mas por se tratar de um dos mais notáveis fortificados do mundo, o Vinho Madeira merece uma descoberta condigna, passo a passo, sem medos.